BNDEs vai captar US$ 1 bilhão no Exterior para completar recursos
O BNDES vai captar US$ 1 bilhão no Exterior para completar os recursos do banco em 2008. O orçamento da instituição prevê R$ 80 bilhões. Segundo o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, a diretoria está finalizando os detalhes finais da operação, cujo vencimento será em 2018. Coutinho informou ainda que o diretor de planejamento do banco, João Carlos Ferraz, está em Oslo para discutir uma doação para um fundo internacional de defesa da Amazônia que estás sendo estruturado no BNDES.
Bernard Appy diz que desoneração da folha de pagamento fará PIB crescer
A redução da carga tributária nas folhas de pagamento das empresas em 1% ao ano, caindo dos atuais 20% para 14% ao final do período de transição de seis anos da reforma tributária, permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) seja elevado de 11% a 12% do seu valor atual. O cálculo foi apresentado nesta quarta-feira pelo secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, em encontro de prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e secretários estaduais de Santa Catarina, realizado em Brasília. Segundo Appy, em anos posteriores, a elevação do PIB poderá chegar a até 20% do patamar atual. Ele disse que, com a reforma tributária, é possível um acréscimo de 0,5% no crescimento econômico estimado pelo governo. “Se o governo planeja hoje crescer 5% ao ano sem a reforma tributária, com ela poderá crescer 5,5%, sem que isso gere desequilíbrios macroeconômicos, como inflação ou abalo nas contas externas”, observou ele.
Odebrecht estuda investir em estaleiros
A construtora Odebrecht deverá ampliar sua participação na indústria naval brasileira, de olho nas novas encomendas feitas ao mercado pela Petrobras. Segundo o presidente da empresa, Emílio Odebrecht, a companhia estuda a possibilidade de investir em “um ou mais” estaleiros no Brasil. “Estamos avaliando oportunidades do Rio Grande do Sul à Amazônia. Queremos crescer junto com a Petrobras, porque queremos acompanhar o crescimento dos nossos clientes”, disse ele. A Odebrecht tem um canteiro de obras na Bahia, que ficou desativado por muito tempo e voltou a operar com a construção de parte de módulos de plataformas. Há dois anos, a empresa chegou a cogitar entrar nos consórcios que se formavam para a construção dos navios petroleiros encomendados pela Transpetro, chegou a ser qualificada, mas não levou nenhum lote.
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