Como de costume, em vésperas de decisão do Federal Reserve, a ansiedade pautou o movimento de Wall Street nesta terça-feira , e larrastou consigo os mercados domésticos.
Mas apesar da cautela disseminada pelo evento, o dia não foi livre da instabilidade, passando pelo campo positivo durante boa parte do intraday.
Depois de um ciclo agressivo de cortes no juro e com a inflação ganhando força, surgiu entre os investidores a impressão de que a tendência agora é de alta na Fed Funds Rate.
Mas novamente os indicadores deram sinal de deterioração da economia norte-americana, alimentando apostas de potencial manutenção na taxa.
Também ex-chairman do Fed Alan Greenspan declarou que os desdobramentos da crise de crédito devem ser sentidos ao menos até o próximo ano, mesmo entre medidas agressivas do Banco Central norte-americano. Aliadas, as duas ocorrências resgataram as preocupações com a crise, fatores opostos a um aperto monetário.
Na esteira do movimento externo, o Ibovespa apagou os ganhos anteriores momentos antes do fechamento da sessão, e marcou desvalorização de 0,73%
- Petrobras em queda de 0,27% – 43,77
- Gerdau em queda de 2,62% – 37,10
- Usiminas queda de 1,69% – 77,01
- Lojas Renner queda de 3,96% – 30,35
- Itaú queda de 2,92 – 33,30
- Vale em alta de 1,47% – 48,20
- CSNA em alta de 0,52 – 67,35
- BB em alta de 0,30% – 26,97
A fita azul foi novamente para Embratel, que sómente hoje teve valorização de 22,37% , com valor de R$17,01
Nos últimos 27 dias, acumulou 136,42 % de valorização..
Com um volume financeiro de R$ 5,2 Bilhões, o IBOVESPA de hoje, colocou a variação do índice muito próximo
do zero a zero no acumulado do ano, a 64.168 pontos.
Conforme o gráfico abaixo, no dia 2 de janeiro de 2008, abriu a 63.836 e fechou hoje a 64.168.
No período, teve o topo histórico de 73.827 em 20/05, depois de bater em 53.010 em 23/01 ( suporte do ano )

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