Mercado 29 de julho 17:30
Wall Street , impulsionada por uma combinação de fatores positivos da agenda econômica, noticiário corporativo e mercado de commodities, fechou em forte alta nesta terça-feira. A influência de novo recuo nos preços do petróleo bem como as últimas baixas contábeis do Merrill Lynch, trouxeram esperanças de uma virada na crise de crédito norte americana. O Merrill Lynch anunciou que planeja vender US$ 8,5 bilhões em ações no mercado e liquidar US$ 30,6 bilhões em títulos fato que estendeu o bom humor para os grandes bancos norte-americanos.
O Petróleo deu seqüência à sua trajetória recente de perdas e encerrou o dia com mais uma desvalorização forte, que a colocou na margem de US$ 122 em Nova York.
Dow Jones alta de 2,39%
Standard & Poor’s 500 alta de 2,33%
Nasdaq alta de 2,45%
Merval alta de 0,21%
No mercado doméstico, sob influência de ocorrências favoráveis por todas as frentes, o Ibovespa quebrou o recente ciclo de cinco baixas seguidas e fechou a terça-feira com valorização de 2,06%, que o trouxe de volta à margem de 58.043 pontos. O volume financeiro totalizou R$ 4,6 bilhões.
No mercado de câmbio, o dólar comercial encerrou em recuo nesta terça-feira e renovou a mínima desde 1999 e fechou cotado a R$ 1,5690 na compra e R$ 1,5700 na venda, baixa de 0,25% em relação ao fechamento anterior. A resistência interna veio das ações da Petrobras, pressionadas pela baixa do petróleo. Ainda assim, o recuo da matéria-prima respondeu pela disparada de GOL e TAM. O destaque da Bolsa brasileira também pode ser creditado às siderúrgicas, que experimentaram fortes ganhos após o bom resultado da U.S. Steel e o avanço dos metais básicos.
AGENDA : Mais expectativas estão em torno das divulgações do IGP-M (Índice Geral de Preços – Médio) de julho, na próxima quarta-feira, refletindo novas perspectivas para o cenário inflacionário brasileiro, e da ata do Copom (Comitê de Política Monetária), um dia depois, a qual discorrerá sobre o aumento da taxa Selic para 13% ao ano, decidido na última semana.
- Bovespa alta de 0,87% – 57.920 pontos oscilando entre 56.869 a 57.945 (Gráfico e análise abaixo)
- Petrobras queda de 0,77% – 34,24 oscilando entre 34,24 a 35,60 ( Movimento lateral, firme em corredor de queda. Próx SUP 34,27, Próx RES 35,61 )
- VALE5 alta de 1,55% – 38,74 oscilando entre 38,33 e 39,12 ( Movimento lateral , firme em corredor de queda. Próx SUP 38,33, próx RES 39,12 )
Obs: Gap de queda ainda em aberto ocorrido no dia 17 em 42,35
- Gerdau alta de 4,02% – 32,10 oscilando entre 31,33 a 32,17 (Gráfico e análise abaixo)
- B Brasil3 alta de 5,77% – 24,40 oscilando entre 23,27 a 24,40 ( Movimento lateral ainda em corredor de queda. Prox SUP 23,27, próx RES 24,52)
- ITAÚ4 alta de 3,48% – 32,70 oscilando entre 31,63 a 32,70 ( Movimento lateral em corredor de queda. Próx SUP 31,66, Próx RES 32,82)
- CSNA3 alta de 4,51% – 60,00 oscilando entre 58,40 a 60,15 (LTA mas ainda em corredor de queda, sinaliza reversão a confirmar nos próximos pregões)
Próx SUP 548,40, Prox RES 60,15)
- USIM5 alta de 3,73% – 65,30 oscilando entre 63,86 a 65,54 ( LTA mas ainda em corredor de queda, sinaliza reversão a confirmar nos próximos pregões)
Próx SUP 63,86, Próx RES 60,15).
IBOV – Após cinco quedas consecutivas , o Ibovespa fechou com alta de 2,06% , o Ibovespa retornando o patamar dos 58.000 pontos. Em movimento lateral, continua ainda firme dentro de corrdeor de queda. O volume financeiro foi de de R$ 4,68 bilhões.
Proximo SUP 56.869 e prox RES 58.184.


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