
Fracos indicadores externos e bolsas européias com novo declinio.
Com fracos indicadores e seguindo a rotina de más referências , alguns resultados corporativos surprenderam positivamente. Com novo recuo dos contratos de petróleo e metais, as bolsas européias voltaram a mais um dia de perdas. A confiança do consumidor norte-americano ficou abaixo do esperado no mês de janeiro, enquanto a agência Standard & Poor’s divulgou ue os preços dos imóveis norte-americanos caíram 18,18% em novembro de 2008 frente a igual período de 2007.

Por aqui, na continuidade da calmaria externa, ignorando a queda das commodities, a bolsa local consegui seu terceiro pregão consecutivo de alta, com destaqu positivo para a Vale, que ajudou bastante, e com um volume financeiro de R$ 3,15 bilhões o IBOVESPA acabou fechando aos 38.698 pontos, com pequena valorização no dia de 0,49%. O destaque negativo do dia, ficou por conta dos ativos da Gerdau , com dados divulgados que apontam um recuo de 0,2% na produção brasileira de aço em 2008, graças à forte retração verificada no último bimestre do ano passado.
As maiores altas ficaram por conta da Vale ON ( 4,19% ), Perdigão ON ( 4,15% ), Vale PNA ( 3,64% ), Redecard ON ( 2,83% ) e Bradespar PN ( 2,70 ). As maiores baixas ficaram por conta da Gerdau PN ( 3,44% ), Gerdau Met PN ( 3,37% ), Gol PN ( 2,93% ) Natura ON ( 2,83% ) e Sadia PN (2,76% ).
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Já o dolar comercial, pressionado pelas incertezas da balança comercial brasileira, inverteu o sinal de ontem , mesmo com intervenção do banco Central, e fechou a sessão cotado a R$ 2,3210, o que representa uma alta de 0,52%, em relação ao fechamento anterior. Com mais este avanco , acumula no mes desvalorização de 0,60% e no ano de 2009. No mercado paralelo, encerrou negociada a R$2,50, representando um ágio de 7,71% em relação ao dólar comercial.

Integra do discurso de posse de Barack Obama – fonte AFP Washington
“Prezados concidadãos:
Eu me apresento aqui hoje com humildade pela tarefa diante de nós, grato pela confiança que vocês depositaram em mim, ciente dos sacrifícios feitos por nossos ancestrais. Eu agradeço ao presidente Bush por seu serviço a nossa Nação, assim como pela generosidade e cooperação que demonstrou durante essa transição. Quarenta e quatro americanos prestaram o juramento presidencial. Palavras pronunciadas durante ondas de prosperidade e as águas plácidas da paz. Mas, às vezes, o juramento é feito em meio a nuvens pesadas e violentas tempestades. Nesses momentos, a América seguiu adiante não apenas pela habilidade ou visão daqueles no poder, mas por causa de nós, o povo, que permanecemos fiéis aos ideais de nossos fundadores, e fiéis aos nossos documentos de fundação. E assim tem sido. E assim deve ser com essa geração de americanos. Que estamos no meio de uma crise, isso está entendido. Nossa nação está em guerra contra uma rede extensa de violência e ódio. Nossa economia está enfraquecida em consequência da ambição e da irresponsabilidade da parte de alguns, mas também por nossa falha coletiva ao fazer as escolhas necessárias para nos preparar para uma nova era. Lares foram perdidos; trabalhos, desfeitos; negócios, fechados. Nosso sistema de saúde é muito caro; nossas escolhas têm problemas; e cada dia há mais evidências de que a forma com que usamos a energia fortalece nossos adversários e ameaça nosso planeta. Esses são os indicadores de uma crise, objeto de dados e estatísticas. Menos mensurável, mas não menos profundo é o esgotamento da confiança através de nossa terra – o medo de que o declínio da América é inevitável, e que a próxima geração deve abaixar seu olhar. Hoje eu digo a vocês que os desafios que temos pela frente são reais. São sérios e são muitos. Eles não serão vencidos facilmente ou num curto espaço de tempo. Mas saiba disso, América: eles serão vencidos. Hoje, nós nos reunimos porque escolhemos a esperança em detrimento do medo, um objetivo comum em detrimento do conflito e da discórdia. Hoje, nós vamos proclamar o fim das queixas mesquinhas e das promessas falsas, de recriminações e dogmas velhos, que por tempo demais estrangularam nossa política. Nós continuamos uma nação jovem, mas, citando as Escrituras, “chegou o momento de deixar de lado as coisas pueris”. Chegou o momento de reafirmar nosso espírito duradouro; de escolher nossa melhor história, de levar este precioso dom, esta nobre idéia, passada de geração para geração: a promessa divina de que somos todos iguais, somos todos livres, e merecemos todos uma chance de buscar a felicidade total. Ao reafirmar a grandeza de nossa nação, nós entendemos que a grandeza jamais é dada. Ela precisa ser conquistada. Nossa jornada nunca foi de atalhos ou falta de esforço. Não foi um caminho para os corações fracos, para aqueles que preferem o lazer ao trabalho, ou para aqueles que buscam apenas os prazeres da riqueza e da fama. Ao contrário, foi o caminho daqueles que se arriscam, dos que fazem, dos que constróem as coisas – alguns, celebrados, mas, com mais freqüência, homens e mulheres ocultos em seus trabalhos, que nos carregaram por todo o longo e difícil caminho em direção à properidade e à liberdade. Por nós, eles fizeram a mala com suas poucas posses terrenas e cruzaram os oceanos em busca de uma nova vida. Por nós, eles trabalharam arduamente e colonizaram o oeste; suportaram a correia do chicote e araram a terra dura. Por nós, eles lutaram e morreram, em lugares como Concord e Gettysburg; na Normandia e em Khe Sanh. Continuamente, esses homens e mulheres se sacrificaram e trabalharam até que suas mãos criassem calos, para que pudéssemos viver uma vida melhor. Eles viram a América maior do que a soma de nossas ambições individuais; maior que todas as diferenças de berço ou riqueza ou facção. Esta é a jornada que continuamos hoje. Continuamos a ser a mais próspera e poderosa nação da Terra. Nossos trabalhadores não são menos produtivos do que eram quando essa crise começou. Nossas mentes não são menos criativas, nossos bens e serviços não são menos necessários do que eram na semana passada, no mês passado ou no ano passado. Nossa capacidade permanece a mesma. Mas o tempo de ficarmos apáticos, de protegermos interesses pequenos e dissimularmos decisões desagradáveis – este tempo certamente passou. Começando hoje, devemos nos reerguer, sacudir a poeira, e começar de novo o trabalho de refazer a América.”

IBOVESPA com mais um pequeno avanço agora no patamar dos 38.698 pts, permanece em movimento lateral, com valorização no ano de 3,06%.

INDICES INTERNACIONAIS
Dow Jones - alta de 0,72%
Standard & Poor’s 500 - alta de 1,09%
Nasdaq - alta de1,04%
FTSE 100 - queda de 0,35%
Nikkei - alta de 4,93%
Merval - alta de 1,13%
WINFUT alta de 0,88% - 39.140,00 - 37.700,00 pontos - no ano 3,00%
IBOVESPA alta de 0,99% – 38.509,45 pontos – no ano 2,55%
Segue ao lado o fechamento de hoje dos principais ativos com o resultado acumulado de 2009:
- PETR4 alta de 0,42% - 23,90 ( MIN 23,66, MAX 24,09 ) no ano 4,64%
- VALE5 alta de 3,64% - 27,93 ( MIN 26,66, MAX 28,17 ) no ano 16,91%
- GGBR4 queda de 3,44% - 15,16 ( MIN 15,15, MAX 15,95 ) no ano 0,66%
- ITAU4 queda de 1,43% - 22,79 ( MIN 22,60, MAX 23,45 ) no ano -12,98%
- CSNA3 alta de 2,34% - 35,81 ( MIN 34,60, MAX 36,25 ) no ano 22,48%
- USIM5 alta de 0,40% - 27,59 ( MIN 27,36, MAX 28,07 ) no ano 4,03%
IBOVESPA - Teve um dia lateral, com a minima do dia as 12:50 horas e a máxima as 15:30 horas, acabou fechando aos 38.699 pontos, com valorização no dia de 0,49%, e pemanece em movimento lateral com uma LTA nos 3 últimos pregões.
MIN do dia 38.421 pontos / MAX do dia 39.024 pontos.

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