
Principais bolsas fecham com tendência negativa
O inicio da semana em Wall Street foi uma sessão de expectativas, por qualquer novidade sobre os planos de estímulo dos EUA. O fechamento positivo das bolsas europeias apontou para resultados melhores que as projeções do banco Barclays. Nos Estados Unidos, a ansiedade por detalhes a respeito do programa de ajuda aos bancos foi estendida com o adiamento de um dia na divulgação do plano, a ser esclarecido por Timothy Geithner. Os noticiários deram ênfase para a possibilidade de socorro do governo norte-americano à Hartford Financial. De outro lado, crescem os rumores de que GM e Chrysler deverão ser submetidos a um processo de recuperação judicial, a fim de garantir o pagamento dos US$ 13,4 bilhões injetados pelo governo.

Por aqui, a Bovespa se resumiu a instabilidade, com a Vale de um lado e Petrobras do outro e muitas inversões de tendência ao longo do intraday. A realização atingiu as ações da mineradora e pressionou a bolsa contra ganhos pouco convincentes da Petrobras. Com um volume financeiro de R$ 4,2 bilhões, o IBOVESPA acabou fechando aos 42.100 pontos, com queda de 1,53%, e retorna ao canal lateral. Destaque negativo para os papéis ordinários da Usiminas que acompanharam o ajuste que atingiu as ações da Vale e lideraram as perdas do Ibovespa com queda de 5,53%. Na outra mão, a Cosan foi o destaque positivo do dia com alta de 4,09%. Já a balança comercial registrou um saldo positivo de US$ 471 milhões na primeira semana de fevereiro, que teve cinco dias úteis e o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal) de 7 de fevereiro marcou inflação de 0,81%, taxa 0,02 ponto percentual inferior à registrada na medição anterior, de 0,83%.
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Já o dolar comercial, hoje na sua quinta sessão consecutiva de queda, e novamente sem qualquer intervenção por parte do Banco Central, a moeda norte-americana fechou a sessão cotado a R$ 2,2380, o que representa uma queda de 0,80% em relação ao fechamento anterior. Com este novo recuo, acumula no mes desvalorização de 3,07% e no ano de 2009 a desvalorização já chega a 4,24%. No mercado paralelo, encerrou estável e continua cotada a R$2,45, representando um ágio de 8,70% em relação ao dólar comercial.

IBOVESPA recua para o patamar dos 42.280, e retorna ao canal lateral.

INDICES INTERNACIONAIS
Dow Jones - queda de 0,36%
Standard & Poor’s 500 - queda de 0,10%
Nasdaq - queda de 0,24%
FTSE 100 - alta de 0,37%
Nikkei - queda de 1,33%
Merval - alta de 0,94%
WINFUT queda de 1,62% - 42.280,00 pontos - no ano 11,26%
BOVESPA queda de 1,53% - 42.100,12 pontos - no ano 12,12%.
- PETR4 alta de 1,07% - 27,39 ( MIN 26,90, MAX 28,15 ) no ano 19,92%
- VALE5 queda de 2,96% - 31,52 ( MIN 31,17, MAX 33,05 ) no ano 31,94%
- GGBR4 queda de 2,77% - 16,85 ( MIN 16,64, MAX 17,77 ) no ano 11,89%
- ITAU4 queda de 1,53% - 25,75 ( MIN 25,52, MAX 26,10 ) no ano -1,34%
- CSNA3 queda de 2,79 % - 39,08 ( MIN 38,76, MAX 41,60 ) no ano 34,76%
- USIM5 queda de 4,56% - 30,55 ( MIN 30,45, MAX 32,49 ) no ano 15,20%
IBOVESPA - Subiu até as 13:50 horas quando apresentou a máxima do dia , quando inverteu entrou em movimento declinante até o fim do pregão. Acabou fechando aos 42.100 pontos, com queda de 1,53%, e retorna ao canal lateral.
MIN do dia 41.977 pontos / MAX do dia 43.441 pontos.

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