Mercado 22 de abril de 2009 – #247

Wall Street continua sob a influência do temor com o setor financeiro.
Lá fóra, mesmo em dia que operou em alat durante quase toda a sessão, as principais bolsas norte-mericanas encerraram sem tendência definida, com os índices Dow Jones e S&P 500 apresentando desvalorização, enquanto o Nasdaq apresentou ganhos. Destques negativos para o Morgan Stanley que desabou quase 9%, o Wells fargo caindo 3,35% e o Bank of America perdendo 5,71% no valor de seus ativos. Na outra mão, e ajudando a impulsionar o Nasdaq, no setor Tech, os ativos da Micron Technology tiveram alta de 7,02%, refletindo o anúncio da empresa japonesa Elpida Memory, que pretende aumentar os preços no próximo mês. Na mesma mão, a Intel teve seus papeis valorizados em 2,02% e da Dell ganho de 0,76%. Destaque no final da sessão para os papéis da FORD, que foram elevados pelo Goldman Sachs do grau de “neutro” para “compra”, e responderam com uma forte alta de 12,63%. Já oPetróleo, também fechou sem referencias definidas, e em Londres o BRENT fechou a US$ 49,85 (leve queda de 0,02% ) , e em Nova York fechou cotado a US$ 48,85 por barril ( alta de 0,62% ).

“O governo está considerando o aumento na Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) como uma forma de compensar a queda na arrecadação. A informação foi confirmada pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, nesta quarta-feira. “Isso está sendo ainda estudado, vamos levar tempo ainda para tomar essa decisão, é um estudo do Ministério da Fazenda com a Petrobras e o Ministério de Minas e Energia. Estamos verificando a repercussão financeira da redução, de custo do preço da gasolina e do diesel e se isso vai ou não para a Cide. Não há uma decisão ainda”, afirmou. Lobão acrescentou que o fato da idéia estar em estudo não significa que seja uma ação certa e afirmou que uma decisão sobre o assunto só deverá ser tomada em três ou quatro meses. De acordo com a Agência Brasil, também está sob análise o repasse ao consumidor de uma redução no preço do combustível. “Nas discussões surgiu esse problema da Cide, de não repassar (a queda no preço), mas a idéia central é repassar ao consumidor a redução”, afirmou o ministro.”

Por aqui, em dia de pós feriadão, mesmo com o mau humor externo por conta das preocupações com o setor financeiro, a bolsa doméstica resistiu a a pressão e acacbou por se beneficiar pelo movimento de ajuste em relação ao último pregão em Wall Street. A ajuda interna hoje foi por conta do setor de papel e celulose, embora tenha sido limitado pelo fraco desempenho do setor financeiro. Destaque para os papéis da Vale que ajudaram a impulsionar o folego do indice, em função das declarações de que a Rio Tinto deverá ter aumento em suas vendas neste trimestre, em função da perpectiva de reaquecimento de demanda em função dos estímulos à economia chinesa. Também destaque, a aprovação pela da Comissão Europeia na data de ontem, da incorporação da Aracruz pela VCP, em função do entendimento do orgão de que o acordo não causará problemas na concorrência do mercado europeu, pois segundo preojeções, juntas respondem por menos de 15% da oferta de celulose na região. O destqeu positivo do dia ficou por conta dos ativos da Cosan, que além de se ajustarem às perdas da última semana e à alta dos preços do açúcar nesta quarta-feira. Oscilando entre os 44.433 pontose os 45.369 pontos, com um volume financeiro de R$ 4,01 bilhões, o IBOVESPA acabou fechando aos 44.888 pontos, com valorização de 1,02% no dia, recuperando 1/3 da perda dar segunda-feira. em relação ao fechamento anterior. Em movimento lateral no novo canal lateral ( 43.417 / 46.590 ) .
As altas do dia ficaram por conta da Cosan ON ( 11,39% ), Cyrela ON ( 8,02% ), VCP PN ( 7,65% ), Aracruz PNB ( 6,38% ) e Gafisa ON ( 6,01% ). As maiores perdas ficaram por conta da Telesp PN ( 1,82% ), Itau PN ( 1,72% ), Itausa PN ( 1,51% ), Duratex PN ( 1,25% ) e Petrobras ON ( 1,13% ).
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Já o dolar comercial, em dia pos feriadão, caiu em função das referências otimistas vindas do hemisféio norte. A moeda norte-americana fechou o dia cotada a R$2,2010, representando um forte recuo de 1,83% em relação ao fechamento anterior. Acumula no mes desvalorizacão de 4,71%, e no ano de 2009 acumula desvalorização de 5,73%. No mercado paralelo se mantve estável nos R$2,4000, representando um ágio de 9,04% em relação ao dólar comercial.

IBOVESPA quase nos 45.000 pontos, recupera 1/3 da perda de segunda-feira.

INDICES INTERNACIONAIS
Dow Jones - queda de 1,04%
Standard & Poor’s 500 - queda de 0,77%
Nasdaq - alta de 0,14%
FTSE 100 - alta de 0,18%
Nikkei - alta de 0,18%
Merval - alta de 0,54%
WINFUT alta de 0,90% - 45.500,00 pontos - no ano 19,47%.
IBOVESPA alta de 1,02% - 44.882,20 pontos - no ano 19,54%
- PETR4 queda de 0,66% - 28,61 ( MIN 28,46 , MAX 29,09 ) no ano 25,26%
- VALE5 alta de 0,76% - 29,35 ( MIN 29,01 , MAX 29,77 ) no ano 22,85%
- GGBR4 alta de 3,78% - 15,37 ( MIN 14,96 , MAX 15,71 ) no ano -0,66%
- ITAU4 queda de 1,72% - 26,81 ( MIN 26,80 , MAX 27,56 ) no ano 2,68%
- CSNA3 alta de 4,42% - 40,20 ( MIN 39,00 , MAX 40,90 ) no ano 34,48%
- USIM5 alta de 1,48% - 33,51 ( MIN 32,75 , MAX 34,33 ) no ano 23,49%
IBOVESPA - Subiu 1,73% nos primeiros 90 min de pregão, e continuou em canal de alta até as 15:30 horas onde apresentou a maxima do dia. A partir dai reverteu e passou o restante da sessão em queda e acabou fechando aos 44.888 pontos, com valorização de 1,02% no dia, recuperando 1/3 da perda dar segunda-feira. em relação ao fechamento anterior. Em movimento lateral no novo canal lateral ( 43.417 / 46.590 ) .
MIN do dia 44.433 pontos / MAX do dia 45.369 pontos

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