Mercado 24 de abril de 2009 – #249

Wall Street e bolsas globais encerram a semana com dia de fortes ganhos.
Lá fóra, dia de fortes ganhos tanto para os índices acionários de Wall Street como para as bolsas européias, com os resultados divulgados agradando, e com indicadores sinalizando indícios de melhora na maior economia do mundoe com preços das commodities em dia positivo. Dentre os vários balanços, a Ford, mesmo com um prejuízo de US$ 1,4 bilhão, mostrando uma perda foi menor do que o mercado esperava, teve disparada de 11,36% no valor dos seus ativos. Na mesma direção, a American Express revelou um lucro líquido de US$ 443 milhões, mais do que o dobro do montante previsto pelo mercado, e teve em contrapartida uma diparada de 20,65% em seus papéis. No setor TECH, destaque para a Microsoft , maior empresa de software do mundo, divulgou um lucro de US$ 4,44 bilhões no último trimestre, e teve seus ativos valorizados hoje em 10,52%. Também a Amazon, maior varejista online do mundo, viu seu lucro líquido crescer 24% no decorrer do primeiro trimestre deste ano, ao atingir US$ 177 milhões e teve seus papeís valorizados em 4,78%. No que se refer a indicadores, o Durable Good Orders revelou recuo de 0,8% nos pedidos feitos à industria dos EUA em março, melhor que o esperado por analistas e o New Home Salesr elatou que o número anualizado de casas novas vendidas em março ficou acima do esperado ao somar 356 mil casas, enquanto as estimativas apontavam para a venda de 337 mil moradias.

Já o Petróleo, volta a subir na expectativa por recuperação do consumo nos EUA e influenciadod pela esvalorização do dólar e indicadores bem recebidos da economia norte-americana. Em Londres o BRENT fechou a US$ 51,67 (alta de 3,11% ) , e em Nova York, na Nymex fechou cotado a US$ 51,55 por barril ( alta de 3,90% ).


Por aqui, em final de uma semana de ganhos, novamente em movimento ascendente desde a abertura, a bolsa doméstica, em sua terceira sessão consecutiva de ganho , foi hoje contagiada pelo bom humor externo e com a ajuda de produtoras de celulose e incorporadoras imobiliárias. Vale registrar que o índice marcou a sétima semana consecutiva de saldo positivo, maior sequência em três anos. No setor imobiliário, a Cyrela confirmou a aquisição da totalidade das ações da Goldsztein Participações, informando que, com a concretização do negócio, seu capital social será elevado via emissão de novas ações a serem entregues aos acionistas da Goldsztein, e de acordo com notícia veiculada no Valor Econômico, o plano de estímulos do governo brasileiro ao setor está impulsionando as vendas, o que em resposta, as ações da Cyrela dispararam, influenciando positivamente também os papéis da Rossi, que ficaram com o destaque de alta do índice nesta sessão e também na semana. Na outra mão, o destaque negativo ficou por conta dos ativos da Cemig, cujos papéis caírem forte após o anúncio de que comprou de 85,27% do capital votante, em acordo que deve ser fechado em 30 de setembro deste ano. Oscilando entre os 45.801 pontos e os 46.946 pontos , com um volume financeiro de R$4,15 bilhões, o IBOVESPA acabou fechando aos 46.771 pontos, com valorização de 2,12% no dia. Rompeu a RES do novo canal lateral e estabeleceu uma LTA ( Linha de Tendência de Alta).
As altas do dia ficaram por conta da Rossi ON ( 15,66% ), Sadia PN ( 13,86% ), VCP PN ( 11,99% ), Gafisa ON ( 11,76% ) e Cyrela ON ( 11,66% ). As maiores perdas ficaram por conta da Cemig PN ( 3,40% ), CCR Rod ON ( 1,48% ), Eletrobras ON ( 1,37% ), Eletrobras PNB ( 0,76% ) e Eletropaulo PNB ( 0,74% ).
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Já o dolar comercial, com o bom humor predominando no mercado hoje, inverteu o movimento de ontem e voltou a cair. A moeda norte-americana fechou o dia cotada a R$2,1920, representando um uma forte queda de 1,31% em relação ao fechamento anterior. Acumula no mes desvalorizacão de 5,19%, e no ano de 2009 acumula desvalorização de 6,20%. No mercado paralelo se mantve estável nos R$2,4000, representando um ágio de 9,59% em relação ao dólar comercial.

IBOVESPA quase nos 46.000 pontos, recuperando o patamar do dia 20.

INDICES INTERNACIONAIS
Dow Jones - alta de 1,50%
Standard & Poor’s 500 - alta de 1,68%
Nasdaq - alta de 2,25%
FTSE 100 - alta de 3,43%
Nikkei - queda de 1,57%
Merval - alta de 2,52%
WINFUT alta de 2,28% - 47.705,00 pontos - no ano 25,54%.
IBOVESPA alta de 2,03% - 45.801,17 pontos - no ano 24,56%
- PETR4 alta de 0,14% - 29,31 ( MIN 29,08 , MAX 29,69 ) no ano 28,33%
- VALE5 alta de 1,60% - 30,55 ( MIN 30,25 , MAX 30,75 ) no ano 27,88%
- GGBR4 alta de 0,92% - 15,44 ( MIN 15,40 , MAX 15,63 ) no ano 2,52%
- ITAU4 queda de 2,47% - 28,59 ( MIN 27,90 , MAX 28,65 ) no ano 9,54%
- CSNA3 alta de 0,60% - 40,34 ( MIN 40,20 , MAX 41,00 ) no ano 39,10%
- USIM5 queda de 0,56% - 33,76 ( MIN 33,76 , MAX 34,35 ) no ano 27,30%
IBOVESPA - Subiu 1,00% nos primeiros 10 min de pregão, e continuou em canal de alta durante todo o pregão, e apresentou a maxima do dia por volta das 16:30 horas, e teve a partir dai uma pequena perda até o final do pregão. Acabou fechando aos 46.771 pontos, com valorização de 2,12% no dia. Rompeu a RES do novo canal lateral e estabeleceu uma LTA ( Linha de Tendência de Alta).
MIN do dia 45.801 pontos / MAX do dia 46.946 pontos.

