Mercado 28 de abril de 2009 – #251

 

Confira a lista dos 13 bilionário brasileiros e sua posição no raking mundial segundo a revista FORBES.

                                            61º -   Eike Batista – US$ 7,5 bilhões - Grupo EBX
                                            62  -   Joseph Safra – US$ 7 bilhões -  Banco SAFRA

                                            92º -   Jorge Paulo Lemann – US$ 5,3 bilhões  -  Dirigente da InBev

                                          196º -   Aloysio de Andrade Faria – US$ 3,1 bilhões – Grupo Alfa

                                          205º -   Dorothéa Steinbruch e família – US$ 3 bilhões -  Mãe do Dir Pres da CSN

                                          224º -   Antonio Ermirio de Moraes e família – US$ 2,8 bilhões -  Grupo VOTORANTIN

                                          285º -   Marcel Herrmann Telles – US$ 2,4 bilhões – AMBEV / Inbev
                                          318º -   Moise Safra – US$ 2,1 bilhões – Banco SAFRA
                                          318º -   Carlos Alberto Sicupira – US$ 2,1 bilhões -  Acionista da Anheuser-Bush Inbev
                                          468º -   Abilio dos Santos Diniz – US$ 1,5 bilhão – Grupo Pão de Açucar
                                          601º -   Guilherme Peirão Leal – US$ 1,2 bilhão – NATURA
                                          601   -   Antonio Luiz Seabra – US$ 1,2 bilhão – NATURA
                                          647º -   Júlio Bozano – US$ 1,1 bilhão – Vendeu o Bozano para o Santander

 

Wall Street e os mercados em dia instável.

Lá fóra,  Wall Street ficou dividida entre preocupações renovadas com setor bancário e sinais de melhora na economia dos EUA, mas acabou por fechar no campo negativo , causado pelo nervosismo generalizado em torno da “gripe suina” e novamente as tensões envolvendo a saúde do setor bancário.  O Bank of America, maior banco dos EUA,  teve seus papeis desvalorizados em 8,63% pois poderá precisar de US$ 70 bilhões em capital adicional, de acordo com Paul Miller, analista da Friedman, Billings, Ramsey Group, que citou a performance do banco no teste de estresse. Tabém as acóes do Citigroup desabaram 5,86% por conta de notícia do Wall Street Journal, que a instutição também necessitaria de mais capital. Já as referências econômicas troxeram na parte da tarde certo alento aos investidores, com a confiança do consumidor norte-americano ficando bem acima do esperado pelos analistas, enquanto o indicador que mede o preço dos imóveis no país amenizou o seu ritmo de contração fevereiro. As expectativas recaem agora sobre o resultado da reunião do Federal Reserve. Já o setor das montadoras figurou entre os destaques dos noticiários de hoje , com os bancos credores da Chrysler chegando finalmente a um acordo com o governo dos EUA para a troca de US$ 6,9 bilhões em dívida securitizada por US $ 2 bilhões em caixa, segundo agências internacionais. Já a GM poderá ver mais da metade de seu capital social nas mãos do Estado, dado que a proposta enviada pela montadora à Casa Branca oferta fatia superior a 50% das ações em circulação como troca aos US$ 10 bilhões emprestados pelo governo.

Já oPetróleo,  com os mercados apreensivos e com os possíveis reflexos da gripe suína na economia global e a consequente influência na demanda pela produto volta a cair. Em Londres o BRENT fechou a US$ 49,99 (queda de 0,66% ) , e em Nova York, na Nymex fechou cotado a US$ 49,92 por barril ( queda de 0,44% ).

Por aqui, entre altos e baixos a bolsa doméstica até esboçou certa recuperação pela tarde, mas influenciado pelo mau humor externo, puxado para baixo pelos papéis de Vale e incorporadoras imobiliárias, porém beneficiado pelo bom desempenho do setor energia elétrica, assim como pela virada dos papéis da Petrobras, ecerrou o dia com variação nula. No que se refere a VALE, o presidente da subsidiária chinesa, Michael Zhu, teria afirmado que “haverá um corte de 25% na capacidade produtiva de minério de ferro para este ano”, informação negada pela Vale, porém as ocorrências deixaram os investidores da companhia preocupados e provocaram forte queda nos seus papéis, que também foram influenciados pela desvalorização do preço dos metais. O destaque positivo do dia ficou por conta da Copel, que disparou recuperando-se das perdas verificadas ontem. O destaque negativo do dia , ficou por conta dos papéis da Cyrela em movimento de ajuste ao ciclo de quatro pregões consecutivos de ganhos. Oscilando entre os  44.965 pontos  e os 46.137 pontos , com um volume financeiro de R$ 4 bilhões, o IBOVESPA acabou fechando aos 45.821 pontos, sem variação no diário, em movimento lateral sem avanço nem perdas. 

As altas do dia ficaram por conta da Copel PNB ( 6,26% ), CCR Rodovias ON ( 6,21% ), Cosan ON ( 6,14% ), Eletrobras ON ( 4,93% ) e Cesp PNB ( 4,10% ). As maiores perdas ficaram por conta da Cyrela R ON ( 6,50% ), TAM PN ( 6,45% ), Redecrad ON ( 5,20% ), BMF Bovespa ON ( 49,39% ) e Sadia PN ( 4,80% ).

Já o dolar comercial, após abrir a sessão apresentando instabilidade, já pela manhã definiu tendência de baixa, que se manteve até o fechamento. A moeda norte-americana fechou o dia cotada a R$2,1930, representando um uma forte baixa de 1,22% em relação ao fechamento anterior. Acumula no mes desvalorizacão de 5,06%, e no ano  de 2009 acumula desvalorização de 6,08%. No mercado paralelo se mantve estável nos R$2,4000, representando um ágio de 9,44% em relação ao dólar comercial. 

IBOVESPA se mantem o patamar de ontem e fecha no zero-a-zero. 

 INDICES INTERNACIONAIS

Dow Jones -  queda de 0,10%

Standard & Poor’s 500   -  queda de 0,27%

Nasdaq -  queda de 0,33%

  FTSE 100  queda de 1,69%

Nikkei -  queda de 2,67%

  Merval  -  queda de 0,06%

WINFUT    alta de 0,20%       -  46.480,00  pontos  -  no ano 22,32%.

IBOVESPA  sem variação % 45.821,44  pontos  -  no ano 22,03%

Segue ao lado o fechamento de hoje dos principais ativos com o resultado acumulado de 2009 :

-  PETR4        alta de          0,49%   -  28,83  MIN 28,15 ,  MAX 28,91 )  no ano      26,23%

-  VALE5        queda de    0,67%   -  29,50  (  MIN 29,10 ,  MAX 29,63 )  no ano      23,48%

-  GGBR4       queda de    1,07%   -  14,76  (  MIN 14,38 ,  MAX 15,00 )  no ano      -1,99%

-  ITAU4          alta de         2,17%   -   28,20 (  MIN 26,95 ,  MAX 28,59 )  no ano        8,05%

-  CSNA3        queda de    0,08%   -   39,02 (  MIN 38,21 ,  MAX 39,30 )  no ano     34,55%

-  USIM5         queda de    1,66%   -   31,35  (  MIN 31,75 ,  MAX 33,55 )  no ano     18,21%

IBOVESPA -  Caiu 1,82% nos primeiros 30 min de pregão quando atingiu a minima do dia. Inverteu e recuperou 2,58% até por volta das 15:50 , máxima do dia. Voltou a cair e acabou fechando na estabilidade, ( DOGI NO DIÁRIO) , aos 45.821 pontos, sem variação no diário, em movimento lateral sem avanço nem perdas.

MIN do dia 44.965 pontos / MAX do dia 46.137 pontos

 

 

Comments (4)

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