
62 - Joseph Safra – US$ 7 bilhões - Banco SAFRA
92º - Jorge Paulo Lemann – US$ 5,3 bilhões - Dirigente da InBev
196º - Aloysio de Andrade Faria – US$ 3,1 bilhões – Grupo Alfa
205º - Dorothéa Steinbruch e família – US$ 3 bilhões - Mãe do Dir Pres da CSN
224º - Antonio Ermirio de Moraes e família – US$ 2,8 bilhões - Grupo VOTORANTIN
285º - Marcel Herrmann Telles – US$ 2,4 bilhões – AMBEV / Inbev
318º - Moise Safra – US$ 2,1 bilhões – Banco SAFRA
318º - Carlos Alberto Sicupira – US$ 2,1 bilhões - Acionista da Anheuser-Bush Inbev
468º - Abilio dos Santos Diniz – US$ 1,5 bilhão – Grupo Pão de Açucar
601º - Guilherme Peirão Leal – US$ 1,2 bilhão – NATURA
601 - Antonio Luiz Seabra – US$ 1,2 bilhão – NATURA

Wall Street e os mercados em dia instável.
Lá fóra, Wall Street ficou dividida entre preocupações renovadas com setor bancário e sinais de melhora na economia dos EUA, mas acabou por fechar no campo negativo , causado pelo nervosismo generalizado em torno da “gripe suina” e novamente as tensões envolvendo a saúde do setor bancário. O Bank of America, maior banco dos EUA, teve seus papeis desvalorizados em 8,63% pois poderá precisar de US$ 70 bilhões em capital adicional, de acordo com Paul Miller, analista da Friedman, Billings, Ramsey Group, que citou a performance do banco no teste de estresse. Tabém as acóes do Citigroup desabaram 5,86% por conta de notícia do Wall Street Journal, que a instutição também necessitaria de mais capital. Já as referências econômicas troxeram na parte da tarde certo alento aos investidores, com a confiança do consumidor norte-americano ficando bem acima do esperado pelos analistas, enquanto o indicador que mede o preço dos imóveis no país amenizou o seu ritmo de contração fevereiro. As expectativas recaem agora sobre o resultado da reunião do Federal Reserve. Já o setor das montadoras figurou entre os destaques dos noticiários de hoje , com os bancos credores da Chrysler chegando finalmente a um acordo com o governo dos EUA para a troca de US$ 6,9 bilhões em dívida securitizada por US $ 2 bilhões em caixa, segundo agências internacionais. Já a GM poderá ver mais da metade de seu capital social nas mãos do Estado, dado que a proposta enviada pela montadora à Casa Branca oferta fatia superior a 50% das ações em circulação como troca aos US$ 10 bilhões emprestados pelo governo.

Já oPetróleo, com os mercados apreensivos e com os possíveis reflexos da gripe suína na economia global e a consequente influência na demanda pela produto volta a cair. Em Londres o BRENT fechou a US$ 49,99 (queda de 0,66% ) , e em Nova York, na Nymex fechou cotado a US$ 49,92 por barril ( queda de 0,44% ).


Por aqui, entre altos e baixos a bolsa doméstica até esboçou certa recuperação pela tarde, mas influenciado pelo mau humor externo, puxado para baixo pelos papéis de Vale e incorporadoras imobiliárias, porém beneficiado pelo bom desempenho do setor energia elétrica, assim como pela virada dos papéis da Petrobras, ecerrou o dia com variação nula. No que se refere a VALE, o presidente da subsidiária chinesa, Michael Zhu, teria afirmado que “haverá um corte de 25% na capacidade produtiva de minério de ferro para este ano”, informação negada pela Vale, porém as ocorrências deixaram os investidores da companhia preocupados e provocaram forte queda nos seus papéis, que também foram influenciados pela desvalorização do preço dos metais. O destaque positivo do dia ficou por conta da Copel, que disparou recuperando-se das perdas verificadas ontem. O destaque negativo do dia , ficou por conta dos papéis da Cyrela em movimento de ajuste ao ciclo de quatro pregões consecutivos de ganhos. Oscilando entre os 44.965 pontos e os 46.137 pontos , com um volume financeiro de R$ 4 bilhões, o IBOVESPA acabou fechando aos 45.821 pontos, sem variação no diário, em movimento lateral sem avanço nem perdas.
As altas do dia ficaram por conta da Copel PNB ( 6,26% ), CCR Rodovias ON ( 6,21% ), Cosan ON ( 6,14% ), Eletrobras ON ( 4,93% ) e Cesp PNB ( 4,10% ). As maiores perdas ficaram por conta da Cyrela R ON ( 6,50% ), TAM PN ( 6,45% ), Redecrad ON ( 5,20% ), BMF Bovespa ON ( 49,39% ) e Sadia PN ( 4,80% ).
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Já o dolar comercial, após abrir a sessão apresentando instabilidade, já pela manhã definiu tendência de baixa, que se manteve até o fechamento. A moeda norte-americana fechou o dia cotada a R$2,1930, representando um uma forte baixa de 1,22% em relação ao fechamento anterior. Acumula no mes desvalorizacão de 5,06%, e no ano de 2009 acumula desvalorização de 6,08%. No mercado paralelo se mantve estável nos R$2,4000, representando um ágio de 9,44% em relação ao dólar comercial.

IBOVESPA se mantem o patamar de ontem e fecha no zero-a-zero.

INDICES INTERNACIONAIS
Dow Jones - queda de 0,10%
Standard & Poor’s 500 - queda de 0,27%
Nasdaq - queda de 0,33%
FTSE 100 - queda de 1,69%
Nikkei - queda de 2,67%
Merval - queda de 0,06%
WINFUT alta de 0,20% - 46.480,00 pontos - no ano 22,32%.
IBOVESPA sem variação % - 45.821,44 pontos - no ano 22,03%
- PETR4 alta de 0,49% - 28,83 ( MIN 28,15 , MAX 28,91 ) no ano 26,23%
- VALE5 queda de 0,67% - 29,50 ( MIN 29,10 , MAX 29,63 ) no ano 23,48%
- GGBR4 queda de 1,07% - 14,76 ( MIN 14,38 , MAX 15,00 ) no ano -1,99%
- ITAU4 alta de 2,17% - 28,20 ( MIN 26,95 , MAX 28,59 ) no ano 8,05%
- CSNA3 queda de 0,08% - 39,02 ( MIN 38,21 , MAX 39,30 ) no ano 34,55%
- USIM5 queda de 1,66% - 31,35 ( MIN 31,75 , MAX 33,55 ) no ano 18,21%
IBOVESPA - Caiu 1,82% nos primeiros 30 min de pregão quando atingiu a minima do dia. Inverteu e recuperou 2,58% até por volta das 15:50 , máxima do dia. Voltou a cair e acabou fechando na estabilidade, ( DOGI NO DIÁRIO) , aos 45.821 pontos, sem variação no diário, em movimento lateral sem avanço nem perdas.
MIN do dia 44.965 pontos / MAX do dia 46.137 pontos

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