
Crise
Quando questionados sobre a crise, 75% dos empresários entrevistados duvidam que a administração de Obama seja capaz de reverter o quadro ainda este ano.Em compensação, 72% dos consultados apostam em melhora consistente dentro de dois ou três anos.
Relação bilateral
A pesquisa mostra ainda que 57% das companhias não estão adotando medidas específicas frente ao novo contexto bilateral. “Isso indica que os executivos de fato acreditam em sinais de recuperação”, explicou a diretora executiva de Atendimento e Planejamento do Ibope, Laure Castelnau. Entre as empresas que optaram por ações imediatas frente ao novo contexto, 14% pretendem cortar gastose 9% querem buscar novas oportunidades.
Além disso, o estudo constatou que quase 70% dos empresários entrevistados disseram que o País figura apenas entre os dez maiores parceiros dos EUA. Já para 13%, o Brasil está entre os cinco maiores parceiros dos norte-americanos. Com isso, dois em cada dez entrevistados veem um espaço mínimo para o Brasil na pauta americana.
Brasil e EUA
Para 76% dos entrevistados, o governo do Brasil se mostra disposto ou muito disposto a intensificar o diálogo, enquanto 56% notam a mesma postura na administração dos Estados Unidos. A maioria dos empresários brasileiros entrevistados, no caso, 87%, disseram que a iniciativa privada brasileira está disposta ou muito disposta a investir no estreitamento da relação, ao passo que somente 31% enxergam o mesmo interesse no setor privado americano.
O estudo também revelou que 69% dos empresários brasileiros acreditam que haverá um intervencionismo governamental crescente em companhias americanas, durante o mandato de Obama..”

Wall Street e mercados em novo dia de alta .
Lá fóra, Wall Street e as principais bolsas norte-amercanas encerraram em alta nesta sexta-feira final de mes, levando os índices a acumularem o melhor rali em três meses consecutivos desde 2007, enfatizando o bom desempenho do setor energético, que liderou os ganhos neste pregão. Nesta sessão, a GM também chamou a atenção, com apreensões quanto à iminência de uma concordata. Vale registrar, que a versão preliminar do PIB (Produto Interno Bruto) dos Estados Unidos indica uma contração de 5,7% no primeiro trimestre do ano, acima dos 5,5% de queda esperados pelos analistas.

Já oPetróleo, teve as cotações do barril de petróleo renovando a máxima anual no dia de hoje, após dados positivos das economias norte-americana e japonesa injetarem otimismo no mercado ao trazerem a perspectiva de que o pior da crise já passou. Outro indicador que refletiu no desempenho das cotações de óleo bruto no dia foi a produção industrial no Japão, que marcou variação positiva de 5,2% pelo segundo mês consecutivo no decorrer de março e atingiu o maior ritmo de expansão dos últimos 56 anos, também indicando uma possível melhora do crescimento econômico em meio à recessão vigente. Em Londres o BRENT fechou a US$ 65,52 ( alta de 1,75% ) , e em Nova York, na Nymex fechou cotado a US$ 66,31 por barril (alta de 1,89% ).


Por aqui, de olho nas melhoras referênciais vindas de Wall Street, o indice doméstico renovou a suam máxima desde o dia 3 de setembro de 2008, acumulando sómente no mes de maio vanço de 12,49%, hoje favorecida pelo setor de alimentos e siderurgia, e limitado pelo fraco perfomance dos papéis da Vale em função de rumores sobre nova onda de demissões. Também trouxeram pressão aos negócios, os papéis de VCP e Aracruz, que tiveram forte baixa frente às perspectivas pessimistas do Bank of America para os preços da celulose, sendo que o destaque negativo do dia ficou por conta dos papéis da Brasil Telecom, cujos ativos hoje despencaram após três pregões positivos. Oscilando entre os 52.431 pts e os 53.805pts, com um expressivo volume financeiro R$ 8,2 bilhões, o IBOVESPA acabou fechando aos 53.198 pontos, representando valorização de 0,30% em relação ao ultimo fechamento. No diário, em movimento de alta em LTA e renova maior cotação desde o mes de setembro de 2008.
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Já o dolar comercial, em sua quarta sessão de queda seguida, voltou a renovar sua menor patamar desde o dia 1 de outubro do ano passado. A moeda norte-americana fechou cotada hoje a R$1,9740 representando uma uma queda de 1,59% em relação ao fechamento anterior. Fecha o mes com desvalorização de 9,53%, e no ano de 2009 acumula desvalorização de 15,49%. No mercado paralelo ainda se manteve estável nos R$2,3000, representando um ágio de 16,51% em relação ao dólar comercial.

IBOVESPA nos 53.000 pontos, avnança 12,65% no mes de maio.

INDICES INTERNACIONAIS
Dow Jones - alta de 1,15%
Standard & Poor’s 500 - alta de 1,36%
Nasdaq - alta de 1,29%
FTSE 100 - alta de 0,69%
Nikkei - alta de 0,75%
Merval - alta de 1,73%
WINFUT queda de 0,32% - 53.360,00 pontos - no ano 40,87%.
IBOVESPA alta de 2,41% - 53.197,73 pontos - no ano 41,67%
- PETR4 queda de 0,58% - 34,45 ( MIN 34,07, MAX 35,20 ) no ano 50,39%
- VALE5 queda de 1,22% - 32,50 ( MIN 32,27, MAX 33,54 ) no ano 36,04%
- GGBR4 alta de 1,03% - 20,61 ( MIN 20,13, MAX 20,97 ) no ano 36,85%
- ITUB4 queda de 0,31% - 31,90 ( MIN 31,31, MAX 32,45 ) no ano 22,22% ( Antiga ITAU4 )
- CSNA3 alta de 3,83% - 48,50 ( MIN 47,06, MAX 48,50 ) no ano 67,247%
- USIM5 alta de 6,33% - 39,50 ( MIN 37,30, MAX 39,50 ) no ano 48,94%
IBOVESPA - Subiu 1,42% já no inicio do pregão ( máxima do dia ) , caiu até as 12:00 horas eandou de lado até as 16:30 horas quando recuperou quase 1% até o final do pregão, e acabou fechando aos 53.198 pontos, representando valorização de 0,30% em relação ao ultimo fechamento. No diário, em movimento de alta em LTA e renova maior cotação desde o mes de setembro de 2008.
MIN do dia 52.431 pontos / MAX do dia 53.805 pontos.

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