06 Jul 2009

Mercado 06 de julho de 2009 – #295

Boletim 2 Comentarios

A nova GM está pronta para nascer.

Fonte : E F E

“A nova General Motors (GM) está pronta para “nascer” na próxima quinta-feira, depois de um juiz aprovar na noite de domingo a venda dos ativos rentáveis da companhia para evitar “o desastroso resultado” da liquidação da principal montadora dos Estados Unidos. Termina às 12h de quinta-feira o prazo dado pelo juiz Robert Gerber, do Tribunal de Quebras de Nova York, para que os grupos envolvidos apresentem suas objeções à venda dos ativos, o que significará que o governo americano possuirá 60,8% da nova empresa. Grupos de credores, aposentados e indivíduos lesionados em acidentes de trânsito se opuseram à venda, ao considerar que seus direitos desaparecerão com a criação da nova companhia, que terá o nome de General Motors Company. Além disso, asseguram que outros grupos, como os trabalhadores representados pelo sindicato United Auto Workers (UAW), estão sendo tratados de forma preferencial. Entretanto, o presidente da GM, Fritz Henderson, disse hoje em mensagem postada em seu blog que não espera que as objeções detenham o processo de criação da General Motors Company. “Esperamos que a venda seja fechada o mais rápido possível depois do fim do processo de apelação no final desta semana e que a nova GM seja operacional e totalmente competitiva”, acrescentou. O otimismo de Henderson é partilhado por muitos analistas, especialmente depois do ocorrido com a Chrysler, que entrou em concordata em junho depois de os juízes desprezarem todas as objeções dos credores.  Em sua decisão, o juiz Gerber aceitou quase todos os pontos e propostas dos advogados da GM e do Departamento do Tesouro, em favor da venda. O que o magistrado não aceitou em sua decisão foi o pedido da montadora e do Governo americano para que a venda fosse fechada de forma imediata. Se a venda de ativos for completa na quinta-feira, as autoridades americanas e canadenses entregarão à GMC cerca de US$ 50 bilhões para a compra dos ativos da GM e assegurar a operação da companhia, que estará formada pelas marcas Chevrolet, Cadillac, GMC e Buick. Em troca de sua contribuição monetária, o Governo americano possuirá os mencionados 60,8% da GMC. As autoridades canadenses, que entrarão com pouco mais de US$ 9 bilhões, controlarão 11,7%. O resto será repartido entre o UAW, com 17,5%, e os credores da GM, que terão 10%. Estes dois grupos poderão aumentar posteriormente sua participação até 20% e 25%, respectivamente. O governo americano disse na semana passada que está preparado para abandonar sua participação na GMC em 2010 assim que a companhia fizer uma oferta pública de ações”

Bolsas norte americanas sem tendência definida.

Lá fora, com poucos eventos na agenda internacional, os investidores receberam desempenho melhor do que o esperado do setor de serviços nos EUA no mês de junho, registrando 47 pontos, resultado superior às projeções de analistas, que estavam em torno de 46 pontos, porém mesmo com a divulgação, os mercados seguiram pressionados por perspectivas mais moderadas em torno da recuperação da economia, com o peso da performance ruim do mercado de trabalho, haja vista o Relatório de Emprego norte-americano divulgado no final da semana passada. Na última hora de negócios, os mercados apresentaram considerável melhora , o que garantiu a virada a alguns índices de Wall Street, mas não livrou o Nasdaq do campo negativo.

Por aqui, em um inicio de semana apresentando significativas perdas, com a melhora dos mercados no meio da tarde o indice doméstico minimizou as perdas, porém o fraco desempenho do mercado de commodities pesou e acabou por colocar blue chips como a Petrobras entre os destaques de baixa do dia. Ao final da tarde, a agência Moody’s anunciou a revisão dos ratings Ba1 em moeda local e estrangeira do Brasil para possível upgrade, citou também a resistência do País aos choques externos, elogiando a condução da crise pelas autoridades locais e considerando que o desempenho do Brasil frente à crise superou as expectativas. Caso confirmada a elevação, a Moody’s coloca o Brasil como grau de investimento, classificação concedida ao País no ano passado pelas agências Standard & Poor’s e Fitch Ratings. Destaque positivo do dia para o forte desempenho dos ativos da Duratex,  que estenderam os ganhos depois de fecharem as duas últimas semanas como destaque positivo. Na outra mão, o destaque negativo do dia  ficou co a ações ordinárias da Telemar Part, que em movimento de ajuste apagaram os fortes ganhos acumulados na sexta-feira. Oscilando entre os  49.691 pts e os 50.931pts, e hoje sem a participacão estrangeira, com um volume financeiro de R$ 3,94 bilhões , o IBOVESPA acabou  fechando, aos 50.622 pontos,  representando uma queda de 0,61% em relação ao fechamento anterior.  No diário, continua em LTB no canal lateral ( 50.087 / 54.500).

As maiores altas do dia ficaram por conta da Duratex PN ( 4,83% ), JBS ON ( 4,66% ), Sadia PN ( 4,09% ), Cosan ON ( 3,97% ) e Gol PN ( 2,83% ).  As maiores perdas do dia ficaram por conta da Telemar ON ( 3,04% ), Petrobras ON ( 2,90% ), Bradespar PN ( 2,41% ), Gerdau Met PN ( 2,33% ) e Klabin PN ( 2,33% ).

Já o dolar comercial,  após apreesentar ganhos próximos de 1,7% durante a manhã, foi perdendo a força durante a tarde, fechando a segunda-feira pequeno avanço.A moeda norte-americana fechou cotada hoje  a R$1,9570 apresentando a pequeno avanço de 0,6% em relação ao fechamento anterior.No mes acumula desvalorização de 0,20%, e no ano de 2009 desvalorização de 16,17%. No mercado paralelo avançou e foi negociada a R$2,1000, representando um ágio de 07,31% em relação ao dólar comercial.

INDICES INTERNACIONAIS

Dow Jones - alta de 0,53%

Standard & Poor’s 500 - alta de 0,26%

Nasdaq - não operou

FTSE 100 - queda de 0,98%

Nikkei -  queda de 1,38%

Merval - queda de 1,76%

WINFUT         queda de 0,16% -   51.180,00 pontos - no ano  34,68%.

IBOVESPA      queda de 0,61% -   50.622,47 pontos - no ano  34,81%

Segue ao lado o fechamento de hoje dos principais ativos com o resultado acumulado de 2009 :

-  PETR4        queda de     2,19%  -   30,04 ( MIN 29,65, MAX 30,99 ) no ano  31,52%

-  VALE5        queda de     1,80%  -   29,38 ( MIN 29,10, MAX 29,58 )  no ano  22,98%

-  GGBR4       queda de     1,67%  -   19,96   ( MIN 19,51, MAX 20,09 )  no ano  32,54%

-  ITUB4          alta  de       0,65%  -   31,00 (  MIN 30,20, MAX 31,00 )  no ano  18,77%

-  CSNA3        queda de     1,25%  -   42,00 ( MIN 41,01, MAX 42,32 )  no ano  44,83%

-  USIM5         alta  de        0,64%  -  40,99 (  MIN 39,61, MAX 40,99 )  no ano  54,56%

IBOVESPA - Chegou a cair subir 2,40% até por volta de 11:30 quando apresentou a mínima do dia, cgeando a perder o SUP do canal lateral. Inverteu e ainda conseguiu minimizar parte das perdas do dia e acabou fechando, aos 50.622 pontos,  representando uma queda de 0,61% em relação ao fechamento anterior.  No diário, continua em LTB no canal lateral ( 50.087 / 54.500).

MIN do dia 49.691 pontos / MAX do dia 50.931 pontos.

2 Comentarios to “Mercado 06 de julho de 2009 – #295”

  1. Obdulia Gillman says:

    I’d come to give the go-ahead with you on this. Which is not something I usually do! I enjoy reading a post that will make people think. Also, thanks for allowing me to comment!

  2. gadgets discount says:

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