
“A diferença entre ser persistente ou perseverante pode não ser clara para muitas pessoas, mas ela existe e pode ser uma das explicações para o fracasso de profissionais que têm de tudo para alcançar o sucesso. De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Coaching, Villela da Matta, a persistência pode ser resumida por “fazer mais do mesmo para alcançar um resultado”, o que pode ser ruim ou bom, dependendo da situação. “O profissional tem de ser muito persistente para aprender um outro idioma, para fazer um bom trabalho. Esse é o lado bom da persistência. O lado ruim é quando está querendo algo novo e quer trilhar um mesmo caminho. Persistir, neste caso, é burrice”, destacou o coach. Ele explicou que se torna “insanidade” quando o profissional deseja mais, mas continua persistindo na forma como realiza o trabalho, já que está trilhando caminhos que não estão trazendo resultados.
Perseverança e sucesso
Matta afirmou que o perseverante é flexível, porque busca mais soluções para atingir os seus objetivos. “Ele tem mais possibilidade de chegar ao resultado porque busca alternativas. Isso é fundamental porque o sucesso não é atingido num primeiro momento”. Ele usou a Teoria de Darwin sobre a evolução das espécies para ilustrar a diferença de persistentes e perseverantes e como isso está relacionado ao sucesso. “A Teoria de Darwin diz que a espécie que tiver maior número de opções para interagir vai dominar o sistema”. Isso significa que a pessoa que tiver mais opções de caminhos a trilhar também pode atingir mais rapidamente aquilo que deseja. “Uma pessoa mais persistente não atinge resultado, ou não vai se perpetuar, porque não vai dominar o sistema”.
Tempo é vilão
Questionado sobre se ser persistente ou perseverante está relacionado ao perfil de uma pessoa, Matta afirmou que não. Para ele, existe uma tendência de os profissionais serem mais conservadores ou persistentes, com o passar do tempo. À medida que eles ganham experiências e vão tendo resultados positivos, mais insistentes ficam. “Quando o ser humano vai envelhecendo, ele se liga a padrões passados, mas o mundo muda e é preciso ter novas abordagens“, explicou, completando que, ao contrário disso, o jovem é cada vez mais disposto a conhecer o novo.”



Por aqui, novamente em pregão de instabilidade, hoje pressionado pela queda das ações da Petrobras e pelo setor siderúrgico, o indice doméstico deu sequencia ao movimento de queda iniciado ontem, e perdendo hoje efetivamente o patamar dos 54.00 pontos. Com os preços do petróleo desabando no mercado internacional , os papéis da Petrobrás caíram forte contribuíndo significativamente para puxar o indice. O destaque negativo do dia, ficou por conta dos papéis da TAM, em em resposta a mudança para baixo nas perspectivas de Citigroup e Bradesco para seus ativos. Na outra ponta, os destques positivos do dia ficaram por conta dos papeis da ALL e Telemar , que ignoraram a tendência declinante do índice. No setor governamental, conforme dados divulgados pelo Banco Central no dia de hoje, foi registrado um superávit primário de R$ 3,376 bilhões em junho, frente ao registrado em maio de R$ 1,119 bilhão e de R$ 10,322 bilhões em igual período do ano passado.
Oscilando entre os 53.255 pts e os 54.469pts, com um volume financeiro de R$ 4,64 bilhões, o IBOVESPA acabou fechando aos 53.734 pontos, representando um recuo de 1,35% em relação ao fechamento anterior. Sinalizando uma LTB , no diário retorna ao canal lateral situado entre os 48.873 / 54.492 pontos.
As maiores altas do dia ficaram por conta da ALL UNT ( 3,09% ), Telemar PN ( 3,05% ), VCP PN ( 2,94% ), Telemar ON ( 2,56% ) e Telemar NL PNA ( 2,51% ). As maiores perdas do dia ficaram por conta da TAM PN ( 4,90% ), Petrobras ON ( 3,67% ), Gerdau Met PN ( 3,07 % ), Vivo Part PN ( 3,04 % ) e Gafisa ON ( 2,72 % ).
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Já o dolar comercial, com o Banco Central realizando suas já tradicionais intervenções no câmbio, fecha pelo segunda sessão consecutiva no positivo. A moeda norte-americana fechou cotada hoje a R$1,9020 apresentando uma alta de 1,17% em relação ao fechamento anterior.No mes acumula desvalorização de 3,01%, e no ano de 2009 a desvalorização chega a 18,53%. No mercado paralelo fechou com avanço e foi negociada a R$2,0400 representando um ágio de 7,26% em relação ao dólar comercial.

INDICES INTERNACIONAIS
Dow Jones - queda de 0,13%
Standard & Poor’s 500 - queda de 0,26%
Nasdaq - queda de 0,26%
FTSE 100 - alta de 0,41%
Nikkei – alta de 0,26%
Merval - queda de 0,75%
WINFUT queda de 1,26% - 53.905,00 pontos - no ano 41,86%
IBOVESPA queda de 1,35% - 53.734,53 pontos - no ano 43,10%
Segue abaixo o fechamento de hoje dos principais ativos com o resultado acumulado de 2009 :
- BVMF3 queda de 0,84% - 11,74 ( MIN 11,61, MAX 11,77 ) no ano 99,32%
- PETR4 queda de 2,68% - 30,90 ( MIN 30,80, MAX 31,50 ) no ano 35,29%
- VALE5 queda de 1,70% - 31,85 ( MIN 31,55, MAX 32,10 ) no ano 33,32%
- GGBR4 queda de 2,45% - 21,06 ( MIN 20,90, MAX 21,35 ) no ano 49,84%
- ITUB4 queda de 1,33% - 33,45 ( MIN 33,08, MAX 33,69 ) no ano 28,16%
- CSNA3 queda de 2,21% - 46,45 ( MIN 46,40, MAX 47,30 ) no ano 60,17%
- USIM5 queda de 1,40% - 42,40 ( MIN 41,75, MAX 42,64 ) no ano 59,88%
IBOVESPA - Chegou a cair 2,21% até por volta das 12:30 horas, quando atingiu a minima do dia. Inverteu e amenizando um pouco as perdas até o final da sessão e acabou fechando aos 53.734 pontos, representando um recuo de 1,35% em relação ao fechamento anterior. Sinalizando uma LTB , no diário retorna ao canal lateral situado entre os 48.873 / 54.492 pontos.
MIN do dia 53.255 pontos / MAX do dia 54.469 pontos.
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