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Seu primeiro emprego após a graduação em Harvard foi como analista de um banco estatal. O perfil arrojado de Kennedy começou a aparecer quando o banco que seu pai possuía participação, o Columbia Trust Bank, se deparou com a possibilidade de concordata. Kennedy emprestou cerca de US$ 45 mil de familiares e amigos e assumiu o controle da instituição, se tornando presidente do banco aos 25 anos. Além do setor financeiro, os negócios de Kennedy também circulavam pelo segmento imobiliário, com a aquisição de companhias que apresentavam problemas para se manter. Mas seu contato com o setor bancário que lhe rendeu o contato com Wall Street. Naquela época, o mercado passava por fase de grande desenvolvimento, e enfrentava um prolongado bull market que acabaria por culminar na crise de 1929. As atividades eram pouco regulamentadas e Kennedy é reconhecido praticante de estratégias que depois seriam rotuladas de manipulação de ativos e insider trading – utilização de informações privilegiadas -, e seriam combatidas quando o próprio Kennedy assumiu a SEC.
O engraxate
Neste bull market, Kennedy operou contratos de commodities e ativos principalmente ligados ao setor imobiliário. Mas suas grandes tacadas sempre partiam dos períodos de adversidade. Aí aparece sua tão famosa lição. A lenda conta que, já dono de uma vasta carteira de ações, Kennedy parou para engraxar seus sapatos numa quarta-feira e ficou surpreso ao receber conselhos de investimento de seu engraxate. Como o mercado de ações era ambiente de investidores ricos e pessoas de renome na época, Kennedy julgou que algo estava errado. Após ouvir conselhos do engraxate, resolveu vender todas as ações que possuía no mesmo dia. Por timing ou ironia do destino, a quinta-feira seguinte ficou marcada na história como a “Black Thursday”, a quebra da bolsa de Nova York e um dos marcos iniciais da Grande Depressão. O valor das ações derreteu, mas Kennedy estava fora. O caso de Joseph Kennedy encobre um período de bolha nos preços dos ativos, de supervalorização dos papéis. Talvez pela tamanha popularidade que o mercado de ações havia atingido, pelas proporções surreais que os preços haviam tomado.



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Já o dolar comercial, após duas sessões consecutivas de valorização, interrompe sequência e volta a fechar no negativo, com o Banco Central brasileiro voltou a intervir realizando um novo leilão de compra de dólares no mercado à vista. A moeda norte-americana fechou cotada hoje a R$1,8480 apresentando um forte recuo de 1,07% em relação ao fechamento anterior. No mes acumula desvalorização de 0,80%, e no ano de 2009 a desvalorização chega a 20,84%. No mercado paralelo encerrou com pequeno recuo e foi negociada a R$1,9800, representando um ágio de 7,14% em relação ao dólar comercial.
INDICES INTERNACIONAIS
Dow Jones - alta de % 0,90%
Standard & Poor’s 500 - alta de 1,01%
Nasdaq - alta de 1,30%
FTSE 100 - alta de 0,88%
Nikkei - alta de 0,16%
Merval - queda de 2,08%
WINFUT alta de 1,36% – 56.440,00 pontos - no ano 48,53%
IBOVESPA alta de 0,96% - 55.748,92 pontos - no ano 48,46
BVMF3 alta de 0,43% - 11,80 ( MIN 11,78, MAX 11,97 ) no ano 100,34%
- PETR4 alta de 1,00% - 32,32 ( MIN 32,15, MAX 32,49 ) no ano 41,51%
- VALE5 queda de 0,40% - 32,20 ( MIN 32,18, MAX 32,73 ) no ano 34,78%
- GGBR4 queda de 0,09% - 21,95 ( MIN 21,85, MAX 22,29 ) no ano 45,75%
- ITUB4 alta de 3.53% - 33,75 ( MIN 32,75, MAX 33,84 ) no ano 29,31%
- CSNA3 alta de 2,10% - 49,20 ( MIN 48,50, MAX 49,80 ) no ano 69,66%
- USIM5 queda de 1,66% - 46,10 ( MIN 46,00, MAX 47,45 ) no ano 73,83%
IBOVESPA – Subiu 1,12% nos primeiros 30 minutos do pregão, passando o restante do intraday em movimento totalmente lateral. Acabou fechando aos 55.749 pontos, representando um avanço de 0,96% em relação ao fechamento anterior. No diário, em movimento lateral, foi barrado exatamente no Sup do canal lateral anterior, que se tornou RES.
MIN do dia 54.215 pontos / MAX do dia 55.891 pontos
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