26 Oct 2009

Mercado 26 de outubro de 2009 – #367

Boletim 1 Comentario

FLUXO CAMBIAL
O chefe do Departamento Econômico do Banco Central, antecipou na última sexta-feira, a informação de que a entrada de dólares no Brasil superou a saída e o fluxo cambial até 21 de outubro estaria positivo em US$ 13,66 bilhões, sendo que no mês de setembro, o resultado foi positivo em US$ 1,36 bilhões. Este saldo se deve a uma maior entrada de dólares no País, que ocorreu principalmente por conta do lançamentos de ações do banco Santander, no início do mês, e com isso, o setor financeiro, que inclui aplicações, investimentos, gastos e remessas de lucros, registrou fluxo positivo de US$ 12,348 bilhões. Porém vale registrar, que a recente medida tomada pelo Ministério da Fazenda, em vigor desde último dia 19, impôs uma taxação de IOF com uma alíquota de 2%, ao capital estrangeiro destinado a investimentos de renda fixa e variável. Segundo o entendimento da autoridade monetária, a medida visou evitar, um excesso de valorização do real , fato que traria como conseqüência "um encarecimento das exportações e um aumento expressivo nas importações, o que iria em prejuízo da produção nacional e da conseqüente diminuição do nível do emprego doméstico". Em resposta ao fato, de imediato aconteceu uma fuga do capital estrangeiro, resta saber o quanto isto modificará o quadro apresentado.

 Principais bolsas norte-americanas registraram novo recuo.

Lá fora,   as principais bolsas norte-americanas encerraram em queda neste inicio de semana, com destaque para o Dow Jones, que enfrentou queda de três dígitos em pontos e segue abaixo do patamar de 10 mil pontos. Ainda esta semana, será divulgado o resultado do PIB (Produto Interno Bruto) norte-americano referente ao terceiro trimestre, com projeções predominantes de expansão de 3,3% no indicador, que sai na próxima quinta-feira. Destaque negativo para o Bank of America, que apresentou a maior desvalorização no índice Dow Jones, com seus ativos registrando recuo de 5,06%

 

Já o Petróleo,  em resposta ao avanço do dolar frente as proncipais divisas internacionais, iniciou a semana registrando recuo. A moeda norte-americana atingiu durante o dia o mais alto patamar contra o euro dos últimos 14 meses, revertendo as perdas das últimas semanas. Em Londres o BRENT fechou a US$ 77,26forte queda de2,10% )  e em Nova York, na Nymex fechou cotado a US$ 78,68 por barril (  forte queda de 2,26% ).

  

Por aqui, após registrar ganhos pela manhã, perdas a tarde, acabou fechando próximo da estabilidade. Segundo o Goldman Sachs, apesar da valorização de quase 74% no ano, as acões brasileiras  não estão caras.  Segundo Stephen Grahan, analista da intituição, ficar underweight   pode ser "perigoso" e acredita que o Ibovespa pode chegar aos 85 mil pontos na metade do próximo ano.Oscilando entre os 64.500 pts. e os 65.901pts, com um volume financeiro de R$5,44 bilhões,  o IBOVESPA acabou fechando aos 65.085,55 pontosrepresentando uma alta de 0,04% em relação ao fechamento anterior. No diário,  sem tendência definida, registrou um DOGI e testou o SUP 65.059 pts. e parece estar enfrentando forte RES na csa dos 67.000 pts.

Os maiores ganhos do dia ficaram por conta da  Gol PN ( 4,85% ), Ultrapar PN ( 3,19% ), CCR Rod. ON ( 2,57% ), ALL UNT ( 2,21% ) e Brdespar PN ( 1,77% ). As maiores perdas do dia ficaram por conta da Redecard ON ( 3,48% ), Souza Cruz ON ( 2,82% ), VCP ON ( 2,39% ), Sid Nac ON ( 2,16% ) e Aracruz PNB ( 2,08% ).
Já o dolar comercial,  se apresentando com volatilidade pela parte da manhã, a tarde consolidou trajetória positiva e registrou forte valorização no fechamento desta esta segunda-feira, com a tradicional intervenção do Banco Central através de leilão de compras a vista. A moeda norte-americana fechou cotada hoje a R$1,7300 representando uma forte alta de 1,17% em relação ao fechamento anterior.No mes acumula 

INDICES INTERNACIONAIS

Dow Jones -  queda de 1,06%

Standard & Poor’s 500 -  queda de 1,18%

Nasdaq -  queda de 0,57%

FTSE 100 -  queda de 0,97%

Nikkei - alta de 0,77%

  Merval -  queda de 0,70%

WINFUT      alta de  0,55% -  66.060,00pontos - no ano 73,84%

IBOVESPA  alta de  0,04% -  65.085,55 pontos - no ano 73,33%

Segue abaixo o fechamento de hoje dos principais ativos e ao lado o resultado acumulado de 2009.

- BVMF3   queda de  1,63%  -   12,05   ( MIN 11,87, MAX 12,44 ) no ano 104,58%

- PETR4    alta  de     0,55%  -   36,70   ( MIN 36,43, MAX 37,22 ) no ano 60,68%

- VALE5    alta de      1,24% -    41,51   ( MIN 40,90, MAX 41,89 ) no ano 73,75%

- GGBR4   queda de  0,66% -   28,62   ( MIN 28,25, MAX 29,55 ) no ano 90,04%

- ITUB4     queda de  0,14%  -   36,30   ( MIN 35,81, MAX 36,80 ) no ano 39,08%

- CSNA3   queda de  2,16% -   61,60    ( MIN 61,41, MAX 63,89 ) no ano 112,41%

- USIM5    alta de       0,18%  -   51,10  ( MIN 50,20, MAX 51,70 ) no ano  92,68%

- CYRE3   queda de  0,95%  -   24,07   ( MIN 23,50, MAX 24,55) no ano 165,09%

- RSID3    alta de       1,14%   -  12,99   ( MIN 12,77, MAX 13,33 ) no ano 251,08%

IBOVESPA -  Subiu 1,30% nos primeiros 50 minutos do pregão, quando atingiu a máxima do dia. Inverteu a trajetória e chegou a estar perdendo 0,85% as 16:30 , quando registrou a minima do dia.  Acabou fechando práticamente na estabilidade, aos 65.085,55 pontos, representando uma alta de 0,04% em relação ao fechamento anterior. No diário,  sem tendência definida, registrou um DOGI e testou o SUP 65.059 pts. e parece estar enfrentando forte RES na csa dos 67.000 pts.

MIN do dia 64.500 pontos / MAX do dia 65.901 pontos

Um Comentario to “Mercado 26 de outubro de 2009 – #367”

  1. Ike Rotundo says:

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