Mercado 23 de novembro de 2009 – #383

Fonte : UOL Economia
"Qual a sua opinião sobre o seu chefe? Se você respondeu citando aspectos negativos, muito mais do que positivos, certamente ele não pode ser considerado um líder zen. Segundo o autor que desenvolveu a Liderança Zen, Mario Grieco, esta gestão empresarial evidencia a importância do capital humano dentro das empresas. Este novo conceito é baseado na coletividade. O líder tenta desenvolver o máximo possível do potencial de seus colaboradores, buscando o crescimento de seus profissionais e estimulando o trabalho em equipe. De acordo com Grieco, o gestor zen não tem medo de perder seu cargo para outra pessoa, pois sua principal característica é a autoconfiança. "O grande segredo está na gestão de pessoas, no modelo de atuação por meio do qual o líder desperta talentos, contribui, delega, incentiva e, mais do isso, de fato ama seus colaboradores. Sim, estou falando sobre manter por sua equipe um sentimento de amor genuíno, incondicional, semelhante àquele que os pais tecem por seus filhos. Aquele que se preocupa, educa, constrói", explica o autor.
Na liderança tradicional, o chefe está focado no individualismo e busca funcionários parecidos com sua própria imagem. Desta forma, não criará atritos e não correrá o risco de encontrar um colaborador que possa substituí-lo futuramente. "O tradicional inspeciona tudo que você está fazendo e, quando não está presente, as pessoas não sabem o que fazer. Ele não sabe delegar", explica Grieco. Resolvendo erros : No momento de resolver ou administrar problemas, as duas gestões têm visões diferentes sobre o assunto. A liderança mais comum considera o erro uma falha grave e, dependendo do grau, o funcionário pode ser até despedido. Já a outra considera o erro uma oportunidade de crescimento tanto de quem errou como de quem tenta resolver a questão."

Lá fóra, enquanto as bolsas americanas estão registrando avanço, as principais bolsas europeias encerraram com ganhos nesta segunda-feira, marcado a maior valorização percentual em cinco semanas, com dados positivos divulgados nos Estados Unidos e forte avanço das ações de bancos e das empresas ligadas ao mercado de commodities. O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, afirmou que a instituição já tem uma estratégia para retirar as medidas de estímulo à economia, e incentivou os governos da Zona do Euro a preparar suas economias para fazer o mesmo.
INDICES INTERNACIONAIS
Dow Jones - alta de 1,07% ( 18:40 )
Standard & Poor’s 500 - alta de1,13% ( 18:40 )
Nasdaq - queda de 1,12% ( 18:40 )
FTSE 100 - alta de 1,98%
Nikkei - queda de 0,54% ( 20/11 )
Merval - alta de 1,70%
WINFUT alta de 0,26% - 67.175,00pontos - no ano 76,78%
IBOVESPA alta de 0,73% - 66.809,40 pontos - no ano 77,92%
- BVMF3 queda de 0,34% - 11,76 ( MIN 11,66, MAX 12,02 ) no ano 99,66%
- PETR4 alta de 0,91% - 38,35 ( MIN 38,60, MAX 39,16 ) no ano 67,91%
- VALE5 alta de 0,87% - 42,87 ( MIN 42,50, MAX 42,23 ) no ano 79,45%
- GGBR4 alta de 0,04% - 28,30 ( MIN 28,20, MAX 28,85 ) no ano 87,92%
- ITUB4 alta de 2,16% - 37,89 ( MIN 37,41, MAX 38,25 ) no ano 45,17%
- CSNA3 queda de 0,61% - 59,85 ( MIN 59,60, MAX 61,29 ) no ano 106,38%
- USIM5 queda de 0,24% - 49,30 ( MIN 48,89, MAX 50,35 ) no ano 85,90%
- CYRE3 alta de 0,62% - 24,50 ( MIN 24,35, MAX 24,90) no ano 169,82%
- RSID3 alta de 4,38% - 14,30 ( MIN 13,75, MAX 14,30 ) no ano 286,49%
IBOVESPA - Subiu 1,54% até por volta das 13;00 quando atingiu a máxima do dia. Não se sustentou e entrou em movimento declinante atingindo a minima do dia as 17:10 horas. Acabou fechando aos 66.809 pontos, representando uma alta de 0,73% em relação ao fechamento anterior. No diário ainda em movimento lateral, praticamente testou a RES do canal 64.452 / 67.405 pts.
MIN do dia 66.335 pontos / MAX do dia 67.365 pontos
