"É uma meta ambiciosa, mas possível. E temos certeza de que grande parte desses novos turistas virá da classe C. O brasileiro já descobriu o quanto é bom viajar, tanto que, atualmente, ele não espera sobrar dinheiro para viajar, já inclui a viagem em seu orçamento regular", afirma o diretor-presidente da operadora CVC, Walter Patriani.
Durante a abertura do 16o Workshop CVC, Walter falou sobre o perfil desse novo consumidor dos pacotes de viagem. "A classe C quer viajar de navio e avião. E muito se engana quem acredita que eles aceitam qualquer coisa. É um público exigente, que quer um hotel bom, com praia perto e que adora o sistema all inclusive – tudo incluído no preço. Ele não quer ficar pensando quanto custa uma bebida. Prefere pagar o pacote com tudo incluso e dividir em 10 vezes sem juros".
10 vezes
O presidente conta ainda que, embora muitos acreditem que a população de classe C viajaria mais, se o prazo de financiamento fosse maior, isso não é verdade.
"Já trabalhamos com pacotes que poderiam ser pagos em 24 ou 36 meses, mas esses pacotes não foram vendidos e a explicação é simples. O trabalhador tira férias uma vez por ano e é nessa época em que ele viaja. Então o que ele faz? Ele contrata o pacote em 10 vezes sem entrada, usa o abono das férias para pagar os gastos que terá na viagem e começa a pagar o pacote no primeiro mês após a sua volta. Como são 10 parcelas, a última fica para um mês antes do novo período de férias, o que permite com que ele viaje novamente".
Preços
Sobre a recente aquisição da CVC pelo fundo de private equity americano Carlyle, o presidente afirma que o turista não sentirá mudanças na hora de viajar e afirmou que os preços dos pacotes não irá aumentar. Ao contrário, podem cair até 5%.
"Estamos aumentando a demanda. Estamos com um poder de barganha maior. Em 2010 vamos aumentar o número de aeronaves fretadas e teremos mais navios para os nossos cruzeiros. Com isso, temos condição de oferecer um preço menor. Sei que algumas aéreas já estão falando sobre aumento das passagens, mas garanto que não há pressão para elevação dos nossos pacotes".
Ainda com relação aos preços, Walter destacou que o bom momento da economia local ajuda a operadora a conseguir cumprir a promessa de não aumentá-los. "Nossa economia é forte e a moeda estável. Mesmo com o dólar oscilando, e pagamos muita coisa em dólar, a oscilação é pouca e permite que eu defina agora no mês de fevereiro o preço dos pacotes para o Réveillon. Antigamente não era assim. Era comum um casal que ia casar em setembro ir a agência em abril para fechar a lua-de-mel e a gente não ter o preço definido. Agora é diferente, o que permite que o brasileiro planeje seus gastos com viagem e os inclua no orçamento doméstico", finaliza."

Grécia
A Confederação Geral de Trabalhadores Gregos, o maior sindicato do país, propôs greve geral a ser iniciada no dia 24 de fevereiro, após o governo afirmar uma reforma no plano de pensões que irá aumentar a idade de aposentadoria na Grécia. Assim, a notícia de que a Comissão Europeia irá requisitar aos ministros das finanças que apóiem o plano grego para a redução de seu imenso déficit não animou os mercados. A diminuição do elevado déficit orçamentário grego não é um problema apenas da Grécia, mas de toda a Zona do Euro e da União Europeia.

"Abandonando as referências econômicas, ganhou destaque ainda nesta sessão as declarações do ministro de Planejamento, Paulo Bernardo, negando que haja algum desentendimento entre as opiniões do ministro da Fazenda, Guido Mantega, e do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. Sobre o fato de Mantega sinalizar que o juro básico brasileiro deve ser mantido, enquanto Meirelles alerta sobre os riscos de inflação causada pelo excesso de euforia nos mercados, Bernando preferiu amenizar o clima. "Um ministro dar mais ênfase para um dos aspectos, se o mercado de trabalho está mais forte ou menos forte, não é motivo para a gente ter turbulências", afirmou."
INDICES INTERNACIONAIS
Dow Jones – queda de 0,12%( 18:50 )
Standard & Poor’s 500 - queda de 0,38% ( 18:50 )
NASDAQ - alta de 0,17% ( 18:50 )
FTSE 100 -queda de 0,57%
Nikkei – alta de 0,32%
Merval - queda de 0,38%
WINFUT queda de 0,13% - 67.205,00 pontos - 2009 – 81,97%
IIBOVESPA queda de 0,08% - 67.108,79 pontos - 2009 – 81,88%
Segue abaixo o fechamento de hoje de principais ativos e ao lado acumul. 2009.
- BVMF3 queda de 0,31% - 12,94 ( MIN 12,90, MAX 13,08 ) 107,98%
- PETR4 queda de 0,18% - 34,04 ( MIN 33,73, MAX 34,18 ) 60,64%
- VALE5 queda de 0,32% - 43,52 ( MIN 43,24, MAX 43,97 ) 76,64%
- GGBR4 alta de 0,26% - 26,53 ( MIN 26,36, MAX 26,95 ) 93,49%
- ITUB4 alta de 0,43% - 37,14 ( MIN 36,71, MAX 37,58 ) 48,24%
- CSNA3 queda de 0,23% - 56,99 ( MIN 55,72, MAX 57,30 ) 90,45%
- USIM5 alta de 0,77% - 50,20 ( MIN 49,85, MAX 50,64 ) 87,63%
- CYRE3 alta de 0,43% - 23,00 ( MIN 22,51, MAX 23,13 ) 162,11%
- RSID3 alta de 0,34% - 14,50 ( MIN 14,05, MAX 14,58 ) 300,00%
IBOVESPA - Em dia de altos e baixos enteo campo positivo e negativo, apresentou a minima do dia por volta das 11:20 horas e a máxima do dia por volta das 16:30 horas. Acabou fechando próximo da estabilidade aos 67.090 pontos, representando uma queda de 0,11% sobre o fechamento anterior. No diário, em movimento lateral.
MIN do dia 66.774 pontos / MAX do dia 67.346 pontos
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