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16

Jul

MERCADO – Em tempos voláteis, recorra aos grandes

Postado por walter  Publicada em Mercado

Como mais uma informação de futurologia, vale a pena ler o artigo reproduzido abaixo.
São crenças de grande tubarões do mercado, sempre é bom conhecer, principalmente as de Warren Buffet, considerado o homem mais rico do mundo, e mega investidor.

Quanto ao mercado domestico, embora o Ibovespa tenha aberto em em leve alta bem como a maioria dos ativos, porém a maioria já inicia movimento de queda nos últimos minutos. Petrobras já perde 1,43% e está cotada no momento a 39,97, o IBOVESPA já perde 0,17%, aos 60.911 pontos, sinalizando no momento mais um dia de volatilidade.

Em tempos voláteis, recorra aos grandes: veja as apostas de investidores como Buffett

Por: Nathália A. Terra Pereira
16/07/08 – 10h00
InfoMoney

SÃO PAULO – A crise financeira e imobiliária nos EUA está prestes a completar um ano e o momento nas praças financeiras nunca foi tão incerto como hoje. Contrariando leituras otimistas que surgiram no começo do ano, a renda variável internacional segue amargando consecutivos pregões no vermelho, com muitos dos principais índices de ações já tendo adentrado ao chamado bear market (mercado de baixa).

A volatilidade pegou muitos investidores desprevenidos, até então acostumados com o ciclo praticamente inabalável de alta do Ibovespa. Mas são nos momentos de maior nervosismo nos mercados que surgem as maiores oportunidades, uma vez que permitem a entrada em ativos excessivamente penalizados. Em tese, o pensamento é simples; mas na prática, é de dificílima execução.

O primeiro obstáculo é saber qual o momento certo de entrar. Em tempos tomados pela volatilidade como estes, fica quase impossível detectar qual o ponto certo de inflexão na trajetória dos ativos, saber até quando um papel pode cair e a partir de quando ele deve se recuperar. Talvez ainda mais importante é garimpar no mercado o que realmente vale a pena: como diz a expressão, "separar o joio do trigo".

E é nesta hora que os grandes investidores se diferenciam dos demais. Nesse sentido, a revista SmartMoney entrevistou cinco grandes investidores dos mercados, conhecidos por sua alta capacidade de enxergar possíveis lucros à frente dos outros, para que compartilhassem suas recomendações e projeções para o rumo dos mercados.

O pior já ficou para trás. Considerado o homem mais rico do mundo, de acordo com pesquisas recentemente realizadas pela Forbes, Warren Buffett multiplicou seu patrimônio com base no mercado financeiro. Em um dos episódios mais conhecidos, Buffett vendeu por US$ 4 bilhões uma participação na Petrochina que havia adquirido cinco anos antes por US$ 488 milhões. Qual sua visão para os mercados?

Buffett aposta que o pior da crise entre as instituições financeiras já ficou para trás, em uma visão aparentemente ilógica, visto as consecutivas baixas contábeis reportadas pelo setor. Mas quem conhece um pouco de sua história sabe que o bilionário não costuma errar em seus palpites, que incluem ainda a continuidade da trajetória de enfraquecimento do dólar ante ao euro.

Outra grande figura dos mercados consultada pela Smartmoney é Jane Mendillo, chefe-executiva da Wellesley’s College. Desde que assumiu seu cargo em 2002, os investimentos de Mendillo superam em mais de 35% o desempenho do S&P 500. E ela também dispõe de projeções ousadas, o que parece ser uma característica inerente aos grandes investidores.

Assim como Buffett, Mendillo também vê boas oportunidades de lucro nos setores financeiro e imobiliário dos EUA, que – ainda que minoria – possui alguns ativos com bons fundamentos excessivamente penalizados. Ademais, Mendillo vê na exploração de energias alternativas o próximo boom dos mercados, tendo em vista as mudanças no equilíbrio climático do planeta e a disparada no preço do petróleo.

Outras recomendações
Por sua vez, Dan Fuss, grande investidor especialista em renda fixa, aposta em um crescimento a longo prazo das taxas de juro, vendo, com isso, uma forte trajetória ascendente no preço dos títulos de dez anos do Tesouro norte-americano, principal referência de juro a longo prazo nos EUA e tido como uma das aplicações mais seguras existentes.

A grande aposta de Amit Wadhwaney no mercado internacional é, por sua vez, a mídia impressa. A despeito da onda de digitalização que os meios de comunicação se mostram imersos, o gestor acredita em um desempenho surpreendentemente positivo do setor, que passa por um momento de consolidação, especialmente na Europa e nos EUA.

Mas os grandes investidores lá fora não são só otimismo. David Winters, chefe-executivo da Wintergreen Advisers, se mostra como o ponto fora da curva entre as opiniões inquiridas pela SmartMoney. Winters não compartilha da leitura de Mendillo e Buffet de que o pior da crise financeira já ficou para trás. Pelo contrário, vê uma continuidade das baixas contábeis bilionárias e alerta para surpreendentes pedidos de moratória e concordata à frente.

Outro fator que inspira cautela em Winters é o crescimento da inflação, deflagrado ainda mais, em sua opinião, quando da flexibilização monetária efetuada pelo Federal Reserve até o começo deste ano. Desta forma, Winters prefere conter sua ousadia para tempos mais favoráveis, investindo em companhias cujos produtos não apresentam uma demanda tão elástica, uma vez que suas vendas tendem a ser menos afetadas pela alta nos preços.

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29

May

Noticias do mercado

Postado por walter  Publicada em Mercado

O ultimo pregão (28/05) apresentou forte alta, impulsionado pela notícia de que o Brasil recebeu grau de investimento pela agência de classificação de risco canadense DBRS, aliada a valorização dos papéis de Petrobras, Banco do Brasil e Cesp que impulsionaram a bolsa paulista para 73.153 pontos, com alta de 3,04%. O giro financeiro somou R$ 7,45 bilhões.
O mercado espera com grande expectativa a classificação de Grau de Investimento pela agência inglesa Fitch Ratings, uma das três mais importantes do mundo. Entretanto, a diretora-sênior da Fich, Shelly Shetty, afirmou que a agência ainda está em processo de avaliação do rating brasileiro.
O desempenho das contas públicas é um dos fatores que tem grande peso na avaliação da agência, que já declarou que um aumento da meta do superávit primário, hoje em 3,8% do PIB, teria papel significativo para a melhora da nota.
Pela manhã, o Banco Central anunciou que a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB atingiu 41% em abril e o superávit primário no mês passado ficou em R$ 18,712 bilhões. No acumulado do ano até abril, o superávit alcança 6,82% do PIB e, em 12 meses, está em 4,23%.
Mediante a essa declaração, podemos interpretar que estamos próximos da nova classificação. Vale lembrar também que o Grau de Investimento dado pela agência Standard & Poor’s (S&P) foi divulgado no último dia do mês de abril.

Fonte
Informativo Souza Barros

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